GUERRA DO VIETNÃ
Esta é uma história de um soldado que
estava voltando para casa após a terrível Guerra do Vietnã e antes de sair da
Base Militar ele ligou para os pais e disse:Filho: Mãe, Pai, eu estou voltando
para casa, mas quero pedir-lhes um favor.Pais emocionados: Claro meu filho,
peça o que quiser!Filho: Eu tenho um amigo e gostaria de levá-lo comigo.Pais:
Claro meu filho, nós adoraríamos conhecê-lo!Filho: Entretanto, há algo que
vocês precisam saber. Ele fora terrivelmente ferido na última batalha. Ele
pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna. O pior que ele não tem nenhum
lugar para ir, e por isso eu gostaria que ele fosse morar aí com a gente.Pais
assustados: Nós sentimos muito em ouvir isso meu filho. Talvez nós possamos
ajudá-lo a encontrar algum lugar onde ele possa morar e viver
tranqüilamente.Filho emocionado e nervoso: Não Mamãe e Papai, eu gostaria que
ele fosse morar aí conosco!Pais constrangidos: Filho, disse o Pai. Você não
sabe o que está nos pedindo. Nós já passamos tanta dificuldade e além disso,
temos nossas próprias vidas e não podemos deixar que uma coisa como esta
interfira no nosso modo de viver. Acho que você deveria voltar para casa e
esquecer este rapaz! Ele encontrará uma forma de viver e alguém que o
ajude.....Na mesma hora o filho bate o telefone. Os pais não ouviram mais
nenhuma palavra dele. Alguns dias depois os pais receberam um telefonema do
Exército Americano.
Exército: (atende o pai) -Por acaso conhece ou é parente de alguém chamado
Henry Thrumam?Pai: - Sim, conheço. Ele é o meu filho.
Exército:- Pois é. Hoje a tarde nos o encontramos morto na Base Militar.
Pai assustado: -Como assim morto? Assassinado? Onde está o amigo dele
deficiente? Ele não estava voltando para a América?
Exército: -Seu filho suicidou-se e deixou um bilhete. Quer que eu leia para o
Sr.?
Pai chorando: -Sim, quero. Por favor!!
Exército lendo o bilhete:- “ Pai! Mãe! Vocês se lembram de quando liguei pra
vocês e disse que levaria o meu amigo pra morar com a gente e que havia ficado
deficiente porque pisou em uma mina e tinha apenas um braço e uma perna!!? Pois
é. Aquele amigo deficiente era eu!!! Ao invés de voltar pra casa eu resolvi me
matar, porque não sei qual seria a reação de vocês sabendo que o seu filho era
deficiente!! Não sei se Deus irá me perdoar por esse ato de suicídio, mas estou
aqui de cima rezando e peço para que vocês ajudem a sociedade a acabar com o
preconceito que existe contra o deficiente de um modo geral. Sempre amei
vocês!! ”
Autor desconhecido
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